Quinta-feira, 23 de Junho de 2005
Sãjuõe
Nunca lá fui nesta data.
Vaga ideia das histórias que o meu pai, alentejano pois, me contou das épicas noites do dito, dos tempos em que andava pela D. Manuel II.
A ele, sempre o vi com um brilho nos olhos quando se falava na Inbicta.
Brilho que quase fez com que eu próprio lá fosse nascer.
Casado com o arco do amigo Edgar.
Embalado com os poemas do amigo Jorge.
Assim não foi. Nasci aqui pela capital do Império.
Ainda hoje tenho um deficit para com o Porto.
Contas a ajustar.


por MCV às 23:20
endereço

2 comentários:
De Anónimo a 24 de Junho de 2005 às 06:09
Gentileza sua, caro amigo. Um abraço
Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 24 de Junho de 2005 às 05:00
Escrita fina.Santos Passos
(http://santospassos.blogspot.com)
(mailto:santos.passos@uol.com.br)


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