Domingo, 10 de Abril de 2005
A fé na política
Não é preciso recuar muito para que nos argumentários políticos se perceba uma certa fé e uma certa aceitação, aparentemente inquestionada e inquestionável, de algum tipo de dogmas.
É preciso recuar ainda menos para perceber que muitos dos que assinavam por baixo nessas cartilhas passaram a renegá-las.
E ao fazê-lo quase o fazem com o mesmo fervor com que anteriormente as defendiam.
Está o mundo cheio destes exemplos. Dir-se-á que é da natureza humana. Que seja. O que me custa a entender é que venham desses lados os clamores pela coerência. Que a coerência não é um dos atributos humanos, a não ser na procura da sobrevivência, parece-me evidente. Por isso faz pouco sentido que a exijamos. Menos faz quando não nos olhamos ao espelho.


por MCV às 04:07
endereço

1 comentário:
De Anónimo a 24 de Agosto de 2005 às 03:34
e massa a fes
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(mailto:samuelcronemberger@yahoo.com.br)


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