Segunda-feira, 14 de Março de 2005
Memórias de Manel Loendrêro
Parece que o autor fazia questão do anonimato.
Nunca conheci os pormenores associados às crónicas tão pouco o seu autor.
Limitava-me a ler com muito agrado as fotocópias que me davam do jornal.
Ontem dei com uma página que lhe faz referência.
Senti-me transportado para adegas cheias de tralha, comendo pão com banha por essas quatro da manhã, enquanto o cão da casa assentava arraiais sob o improvisado púlpito de onde um mais capaz declamava as aventuras dos moços dos lados do Ardila.
Há vinte e tal anos...


por MCV às 18:24
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4 comentários:
De Anónimo a 17 de Março de 2005 às 08:55
E foram. Já sabiam cu mari era uma rebêra grandi mas assim taméim não...:)
Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 16 de Março de 2005 às 23:12
ah ah ah!! Vãn vêre as alfarrobêras, homi. (tenho um sotaque alentejano bastante falsificado; os 'vês' trocam-se-me) :-))riacho
(http://alfa-e-omega.blogspot.com)
(mailto:riacho@gmail.com)


De Anónimo a 16 de Março de 2005 às 18:35
Grandes noitadas se fizeram com histórias do Loendrêro: "Vamus ao Algarvi ó vamus aos Girólmos?"Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 16 de Março de 2005 às 18:07
Em 83 já um lisboeta (ou citadino) não sabia o que era um ninho de vespas!? Poça! Gosto muito de ouvir contar estas memórias, com o sotaque próprio da zona e de preferência ao calor de um bom e crepitante borralho. riacho
(http://alfa-e-omega.blogspot.com)
(mailto:riacho@gmail.com)


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