Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2005
Benefícios de dúvida
O velho C. usava esta figura dos benefícios de dúvida quando não compreendia algo. O que era frequente, diga-se de passagem.
Pois eu também não compreendo por que razão sublime é que os indivíduos casados hão-de ter benefícios fiscais.
Será ainda a figura do homem bom, casado e pai de filhos? E onde é que ele anda?
Se a sociedade portuguesa precisa de sangue novo, se há falta de crianças, estou de acordo que se premeiem os pais, isso sim. Casados ou solteiros, viúvos ou juntos, que tenham benefícios por serem pais. Agora por serem casados? Por serem dois a dividirem a despesa de uma casa? Será por isso? Ou haverá ainda um número considerável de cônjuges absolutamente dependentes? E nós todos temos que pagar por eles? Será justo?


por MCV às 17:08
endereço

ANO XIV


EDITORIAL
. Posts recentes

Isto de carnav...

Nem Sines nem Loulé

Olho de Boi, 2...

Lisboa, 2012

Mourão, 2013

A cadela que pariu qua...

Lisboa, 2010

Sines, 2011

Estação C.F. de Queluz...

Lisboa, 2008

. Arquivos
. Links