Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004
Do ano (infantil)
Uma das coisas que me atormenta é o percurso que certas ideias infantis fazem em determinados meios onde seria esperada a sua reflexão (no sentido óptico).
Este ano, há algumas - sempre as mesmas é certo - que merecem destaque.
A sempiterna obsessão com a água, com a sua existência alhures, de forma a esperar-se que tenha havido, haja ou venha a haver vida. Como se não fosse possível imaginarmos formas de vida independentes da água.
E mais uma que se repete - a questão da existência ou não de Deus, face a catástrofes como esta dos últimos dias. Nem merece comentário.
E outra igualmente recorrente, embora mais nova, que se prende com a questão da existência ou não de uma alma, face à futura mais do que provável clonagem humana.


por MCV às 18:46
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ANO XIV


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