Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2004
Samatra, Sumatra e o mais que se ouve
O grande problema de muitos linguistas, entre outros que apelidam de ciência os estudos que desenvolvem com base no homem e nas suas particularidades, é não perceberem que o seu campo de estudo evolui com base no erro e não no acerto (ainda que o acerto humano seja matéria a escalpelar), quando não com base nas modas.
Não faltam hoje, como no passado, duas versões para o mesmo nome.
Socorro-me aqui, como em muitas outras ocasiões, das palavras do intelectual de esquerda que já aqui citei, proferidas nos já longínquos anos setenta:
"Já não se diz Mao Tsé Tung. Agora é Mao Zedong que se diz." - e acompanhava esta sentença de uma longa série de argumentos.


por MCV às 16:54
endereço

ANO XV


EDITORIAL
. Posts recentes

Portugal, 2008

Um caso clássi...

Memorandum

Portugal, 2006

Vila Franca de Xira, 2...

Portagem, 2011

Foz Tua, 2016

Portugal, 2017

E.N. 246-1, 2011

Apúlia, 2017

. Arquivos
. Links