Sábado, 4 de Dezembro de 2004
Restos de colecção (3)


Fico a saber que foi em Janeiro de 1987 que as minhas preferências se viraram para a tinta castanha da Parker.
Uma mancha azul no meio do castanho - um nome feminino, completo, ao lado de um desenho que não se interpreta bem, devia ter se destacado em devido tempo.
A injustiça do mundo é assim mesmo - sonhos que se tornam realidade e disso não nos apercebemos senão tarde de mais.
Ou será que estou a ver tudo com olhos nostálgicos e a imaginar mensagens que nunca existiram?
Mas por que raio o nome aparece primeiro sozinho e depois se repete com todas as letras, nomes próprios e apelidos num caderno meu?
E por que é que não tinha dado por isso antes?
E aquele desenho é um esquisso de quê? De uma infiltração de um líquido?


por MCV às 18:59
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3 comentários:
De Anónimo a 7 de Dezembro de 2004 às 22:44
A revolver memórias saídas de caixotes, amigos.
Talvez o Fernando tenha razão, melhor não interpretar o que está enterrado no tempo.
AbraçosManuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2004 às 22:43
Oi, Manuel,
Sempre me lembro de não querer voltar no tempo ou interpretar velhas lembranças.
Prefiro deixa-las como fragmentos irretocados.
Abração
Fernando CalsFernando Cals
(http://observador.blogbrasil.com)
(mailto:fcals@globo.com)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2004 às 16:19
A revolver memórias, Manuel?
Um abraço e um domingo bom, amigoyardbird
(http://novosvoos.blogspot.com)
(mailto:yardbird25@netcabo.pt)


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