Sábado, 27 de Novembro de 2004
Nem pombal, nem pardieiro
Não passou de uma exagerada versão dos acontecimentos por parte da vizinhança, a suposta invasão columbina do post anterior.
Ainda que houvesse alguns vestígios de penas entre a janela e as cortinas, não havia espaço para os pombos se instalarem.
Entretanto, ao ler o blogue do Fernando, esse espaço admirável sempre repleto de novidade e de bom gosto, que vejo eu?
Este recorte do jornal O Globo:



E se eu tivesse apanhado os bicharocos em flagrante?
Seria detido? Estaria com TIR a esta hora?
Haveria autópsia aos restos do jantarinho?
É que há um amigo que diz que pombos de rua também se comem.


por MCV às 23:07
endereço

3 comentários:
De Anónimo a 7 de Dezembro de 2004 às 22:59
Não, nada de pombos para o jantar. :)
Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2004 às 22:38
Oi, Manuel,
Já falaram do Greenpeace e do Serviço Secreto. Lembro-lhe,ainda, dos defensores dos direitos humanos, ou melhor, dos pombos.
Agradeço a referência e o destaque.
Abração
Fernando CalsFernando Cals
(http://observador.blogbrasil.com)
(mailto:fcals@globo.com)


De Anónimo a 29 de Novembro de 2004 às 02:59
Ora, ora. Se fosse vc, garanto que o Greenpeace e o Serviço Secreto vinham atrás.
Estamos de olho, hein?
Lilian
(http://www.l.com)
(mailto:a@a.com)


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