Sexta-feira, 12 de Novembro de 2004
Traumatismo na Fazenda Pública
Não foi o valor do imposto que paguei.
Sequer foi a atenciosidade do funcionário. Ou a falta dela.
Não foi a fila de pagantes. Estava sozinho ao balcão.
Foi a senhora que entrou, vestida de vermelho.
O funcionário bloqueou. O vizinho do lado idem.
Talvez eu seja muito exigente com a fazenda.
Vista de perto, não era caso para tanto.


por MCV às 17:05
endereço

4 comentários:
De Anónimo a 16 de Novembro de 2004 às 14:24
Insondáveis são os anseios dos funcionários da fazenda. ;)Santos Passos
(http://santospassos.blogspot.com)
(mailto:santos.passos@uol.com.br)


De Anónimo a 13 de Novembro de 2004 às 18:15
Já nada enigmática foi a cara dos dois funcionários. Eu de repente desapareci do campo visual deles. E não foi por me ter ausentado.
Continuo a achar que a fazenda vermelha não justificava tanto olho gordo.
Um abraço
Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 13 de Novembro de 2004 às 12:22
:)Laurindinha
(http://abrigodepastora.blogspot.com)
(mailto:proibido@proibir.nao)


De Anónimo a 12 de Novembro de 2004 às 22:05
Acho um barato esses teus posts enigmáticos.Santos Passos
(http://santospassos.blogspot.com)
(mailto:santos.passos@uol.com.br)


Comentar post

ANO XV


EDITORIAL
. Posts recentes

E.N. 263, 2011

Póvoa de Varzim, ...

Portugal, 2008

Um caso clássi...

Memorandum

Portugal, 2006

Vila Franca de Xira, 2...

Portagem, 2011

Foz Tua, 2016

Portugal, 2017

. Arquivos
. Links