Quinta-feira, 4 de Novembro de 2004
A licença
Eu gostava também de ter uma licença.
Quero dizer, mais uma. A única que tenho permite-me conduzir veículos ligeiros.
Não é grande coisa. Mas é útil. Posso sair dos caminhos do monte para a via pública.
Eu digo assim outras. Mesmo que não se saiba nada do assunto, calha bem ter uma licença de qualquer coisa.
Licença para elaborar um relatório depois de olhar para o palácio.
Licença para vender banha da cobra.
Licença para escrever num papel chá de erva cidreira.
Licença para requerer.
Qualquer coisa.
Qualquer licença me servia.
Dá-me licença, se faz o favor...


por MCV às 05:26
endereço

3 comentários:
De Anónimo a 4 de Novembro de 2004 às 19:56
uuuhhh... vamos entrar por aí??
não faz mal, vou tentar lembrar-me do que escrevi...
qualquer coisa assim:
Eu diria mais (à laia de Dupont & Dupond) é que sem licença não se faz mesmo quase nada...
Palavras de alguém que nem por isso tem licença para muita coisa...
não está tão bem como o primeiro... olha pa(li)ciência!
um abraço
G.gatodelisboa
</a>
(mailto:Gatodelx@hotmail.com)


De Anónimo a 4 de Novembro de 2004 às 19:15
Bronquite do sistema.
Aqui a direcção da estação não faz censura. :)
Só se fôr o dono, o Sr. Sapo, que anda de lápis azul na mão. Será?
Um abraço.
Manuel
</a>
(mailto:gasolim@hotmail.com)


De Anónimo a 4 de Novembro de 2004 às 17:59
deixei aqui um comentário. foi gravado. sumiu.
Só posso concluir que este blog ou anda a ter encontros imediatos de 3º grau. ou então, tem uma cunha lá no triângulo das bermudas...
Abraço
G.GatodeLisboa
</a>
(mailto:gatodelx@hotmail.com)


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