Quinta-feira, 21 de Outubro de 2004
Verde, código, verde
Ao ritmo a que as coisas hoje esquecem, é já uma relíquia esta oração de verbo subentendido.



por MCV às 20:58
endereço

ANO XIV


EDITORIAL
. Posts recentes

Isto de carnav...

Nem Sines nem Loulé

Olho de Boi, 2...

Lisboa, 2012

Mourão, 2013

A cadela que pariu qua...

Lisboa, 2010

Sines, 2011

Estação C.F. de Queluz...

Lisboa, 2008

. Arquivos
. Links