Sábado, 4 de Setembro de 2004
Pós-Homem
Não me satisfazem a maior parte das ficções prospectivas.
Não que eu tenha a veleidade de saber como hei-de julgar as criações de cada um.
Mais porque, na maioria dos casos, não há homens diversos dos que conhecemos.
E lá num futuro longínquo, a nossa espécie será tão diferente do que conhecemos como o é daquilo que supomos ter sido um Australopithecus.
Podemos deitar-nos a adivinhar quais serão os aspectos mais diferenciados daquilo que é o Homem de hoje. Será sempre em vão. Mas supor que será o mesmo Homem é um crasso erro.


por MCV às 06:19
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