Domingo, 25 de Julho de 2004
Lenda ou não, aqui ou ali
865 anos se passaram, desde o dia 25 de Julho de 1139. Com os devidos ajustes, é certo.



Andando entre montados e carrascos, onde sinais desses tantos anos poucos há, como se tudo estivesse em tempo de cónios, romanos ou árabes, só me acode Sá de Miranda:

Que farei quando tudo arde?

Inda que o fogo tenha em todos esses séculos sido o exutor das pragas, o guardião final. Haja memória. Mesmo que Portugal esteja no fim.


por MCV às 23:13
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2 comentários:
De Anónimo a 26 de Julho de 2004 às 11:15
Temo que tenhas razão, Manuel.
Por inoperãncia e interesses mesquinhos o País arde de novo. Na verdade este ano a área ardida é já maior do que a do ano passado.

Indigno-me com a tolerância dada aos criminosos. Sobretudo os criminosos políticos que pouco fazem para obstar a que os incêndios acabem.

Um abraço.LetrasAoAcaso
(http://LetrasAoAcaso.weblog.com.pt)
(mailto:manintherisingsun@hotmail.com)


De Anónimo a 26 de Julho de 2004 às 00:09
Tentemos ser optimistas, Manuel. Agora que os fogos nos tendem a desmoralizar. O fogo bateu-me à porta no ano passado. Dia 02 de Agosto. Simplesmente inesquecivel. Grande Guardião Final, digo-to eu. Poderoso.aq
(http://www.dizertudocomoosmalucos.blogspot.com)
(mailto:aaqq@iol.pt)


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