Quarta-feira, 9 de Junho de 2004
A bandeira nacional


Na minha vida há duas bandeiras verde-rubras.
A primeira, desaparecida sabe-se lá por que artes, era aí de 1911.
Contava a história que tinha sido oferecida a um bisavô meu, consabido republicano, e era das primeiras confecções na forma actual.
Infelizmente perdida.
A segunda veio de onde tinha que vir, fazendo o trajecto inverso ao da glória.
Comprei-a na loja mais altaneira do Portugal continental. E lá veio, descendo a E.N. 339 pela serra abaixo, até ao Q.G..
Em dias de bandeira à futebol, está a bom recato. Não crê que a Pátria dependa de cinco ou seis pontapés numa bola. Envergonha-se. Não quer sair para não ser confundida com a arruaça.
E até já me confessou: só se lembram de mim por causa disto?


por MCV às 17:07
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