Sábado, 15 de Maio de 2004
Posto público


A cabina ficava dentro do café.
Ali esteve séculos de madeira.
Negócios de gado, telefone para o Sr. F., querem um carro de praça. Não, não está aqui. Deixe estar que eu logo lhe digo.
E lá tinha a lista, a de papel, manuseada, e a de madeira, graffiti utiltários de esferográfica Bic. No fundo e dos lados, até na porta havia números escritos com e sem indicativo.
Um desses números quisera-o riscado, desentranhado dos veios da madeira. Era um número útil, de acesso a serviços.
Para mim, não.


por MCV às 01:13
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1 comentário:
De Anónimo a 15 de Maio de 2004 às 17:00
:-)
Típico!

Pior ainda são as portas dos WC's públicos.
Verdadeiras listas telefónicas/livros de recados da desgraça.
O Vizinho
(http://www.vizinho.blogspot.com)
(mailto:o_vizinho@clix.pt)


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