Terça-feira, 30 de Março de 2004
A resma
Como nos clássicos e nos menos clássicos (espero um dia vir a entender o critério de atribuição da clássica qualidade), apareceu-me aqui na secretária uma resma de folhas dactilografadas a espaço e meio.
O autor, é claro, é dado em parte incerta.
O portador foi de poucas falas, apenas disse que era mais velho do que o prédio onde encontrou o maço de folhas. Não percebi o significado das suas palavras, confesso.
São folhas A4, folhas de carta modelo americano, folhas quadriculadas arrancadas a cadernos comprados ao velho Carvalhosa e outras de duvidoso formato.
O tipo é de dois tipos. Temos uma Adler do início do século passado e uma Messa dos anos setenta.
O que lá está escrito, só Deus sabe.
Surpresas boas quando o calor tarda em convidar à praia.
Pensar que há dois anos, os primeiros dias de Março foram balneares...
Ah, estão depositadas num arquivador diário da Eril, com a referência 502/80. E parecem mais do que uma resma. É tudo.


por MCV às 15:36
endereço

ANO XV


EDITORIAL
. Posts recentes

Póvoa de Varzim, ...

Portugal, 2008

Um caso clássi...

Memorandum

Portugal, 2006

Vila Franca de Xira, 2...

Portagem, 2011

Foz Tua, 2016

Portugal, 2017

E.N. 246-1, 2011

. Arquivos
. Links