Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Propagação

Em 2002, alguém se lembrou de criar uma aplicação onde os europeus da zona do Euro registassem a circulação pelas suas mãos de uma moeda proveniente de um outro país.
Pretendia com isso, ao que me lembro do que constava na página, colher informação útil para o estudo de epidemias.
Não segui a coisa, não faço a menor ideia do interesse que suscitou, que resultados obteve.
Apenas se pode dizer, quaisquer que sejam os resultados a que chegou, é que seria necessária muita correcção para que estes dados ao serem tratados viessem a ter utilidade para o estudo de epidemias.
Disse hoje a Directora-Geral da O.M.S. que esta era a primeira vez que a propagação de uma epidemia se podia seguir em tempo real. É facto que sim.
O que é preciso saber é qual a correcção que o tratamento dos dados deve utilizar para se ter uma ideia o mais aproximada possível do que está a acontecer.
É isso o mais difícil de tudo.
Até de saber que utilização dar a essa informação em futuras ocasiões.

Nota-se uma dificuldade enorme da maioria dos jornalistas em perceber o significado da escala de pandemia da O.M.S..
Diga-se, ao mesmo tempo, que os níveis mais altos da escala (4, 5 e 6) estão separados por critérios um tanto ou quanto absurdos.



por MCV às 23:22
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