Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Break-even
Tenho pensado nisto ultimamente.
Quando devo eu parar de comprar livros, por me ser já impossível lê-los?
Diz o INE que a minha esperança de vida é de 31,8 anos*, média que aliás eu fiz, e não o INE, combinando o local de residência com o de origem.
Isso dá, pela dita média, 1654 semanas.
Há dois anos e meio que me dou ao trabalho de ir tombando os livros que compro e os que vou lendo.
Verifico que, desde essa altura, leio cerca de 1,8 livros por semana.
Minoremos isso para 1,5.
Se me mantiver em estado de manter esse ritmo de leitura, ainda dá para quase 2500 livros.
Dos tombados, tenho cerca de metade disso para ler. 1222 neste preciso momento.
Dos que tenho nas estantes sem estarem registados nem lidos, creio que umas centenas.
Estou portanto na fase de só comprar muito criteriosamente.
Ainda dá tempo para os ler todos, espero.

Entretanto, já depois de ter alinhavado estas palavras acima na sexta-feira passada, tive tempo para arrematar mais 35 deles.
* Adenda em 12 de Janeiro de 2011 – não sei como é que cheguei a 31,8 anos quando o resultado é 26,7. Suspeito que troquei as contas por um palpite. Chumbo em ciências exactas.


por MCV às 21:16
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2 comentários:
De Bic Laranja a 11 de Janeiro de 2011 às 22:13
Isto está muito bem pensado. Apanágio da casa, de resto. Deve haver forma de ir tombando livros electrónicos, creio...
Cumpts. :)


De MCV a 12 de Janeiro de 2011 às 11:33
É um tombo de livros em papel, por razões óbvias.
Os electrónicos não os leio no écran. Sendo de grande interesse, são impressos.
Se fala do que se lê aqui e não são livros, podendo sê-lo, então...
Abraço


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