Quarta-feira, 19 de Abril de 2006
A ponte
Pontuei a efeméride em devido tempo. E por ser pouco usual tratar aqui de actualidades e por gozar este blogue de um certo grau de anonimato, seria decerto esperável que o assunto estivesse encerrado e que não se manifestasse aqui a preocupação que de facto me vai na alma. Mas não posso deixar de dizer, face ao chorrilho de asneiras, aos disparates, às distorções da História e das histórias, que me preocupo com a sanha persecutória que se antevê. O natural, para mim, seria que o processo tivesse tido o rumo traçado pelo Juiz de Instrução. Pela razão simples de que os responsáveis, a existirem, seriam de facto outros. Leia-se o relatório dos peritos, atente-se no que de facto se passou. Ouvir hoje os habituais papagaios de microfone na mão não é nada de novo. É o trivial. Mas é também o sinal de onde sopra o vento. E o lado de onde sopra não anuncia nada de bom.


por MCV às 08:29
endereço

ANO XVI


EDITORIAL
. Posts recentes

Nevoeiros matinais

15

Desafio

António Costa

Melides, 2013

Sintra, 2005

E.N. 379-1, 2018

Gasolim

Sintra, 2018

Esquecimento

. Arquivos
. Links