Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007
O sismómetro embebível (episódio talvez 0)

A coisa aconteceu a meio da tarde, com um Mickey ou um Tio Patinhas nas unhas, janela aberta a norte, para entrar o fresco sombreado dos dias de Setembro a sul costeiro.
O sismómetro acusou I na escala de Mercali, é claro.
Saído do descanso da vilegiatura, acerquei-me dos demais na esperança de trocar estimativas de magnitude. Debalde. Ninguém atribuiu a merecida importância ao meu relato circunstanciado.
Mais tarde, pela fresquinha, provavelmente em demanda de mais algum livro ou jornal, lá estavam na papelaria os comentários sísmicos entre as bóias, os postais e os jornais estrangeiros.
A cara que fiz, o sorriso malicioso que esbocei, só as vidraças sabem qual foi.



por MCV às 17:29
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11 comentários:
De Bic Laranja a 20 de Fevereiro de 2007 às 16:46
Nem as distrações da Disneilândia descalibram o sismómetro embebível (ou embebido? ou embutido?). Nem sismos!
:)
Cumpts.


De Bic Laranja a 20 de Fevereiro de 2007 às 16:47
Distracções, digo! (Senti um sismo de escala I na minha escrita.)
Cumpt.


De MCV a 21 de Fevereiro de 2007 às 01:20
ível, ível - tal como o frango assável e o terreno vedável. :) Linguagem de quem já tropeçou em inúmeras figuras de almanaque.
Abraço


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