Eu também não consigo perceber por que é que a união de facto tem que ter direitos e deveres para além daqueles que são decididos por comum acordo dos interessados.
O que é que o Estado tem que meter o bedelho?
É só porque há um número excessivo de pessoas que têm que ser protegidas pelo Estado de tudo e mais alguma coisa?
Não seria mais indicado instruí-los, fazê-los usar a cabeça?
Ou há alguma outra razão que me escape?