Não sei se estranhe se não o facto de indivíduos com responsabilidades e uma reputação a defender, se mostrarem disponíveis para dar ares científicos a previsões que resultam da presunção de que uma determinada função se vai comportar no futuro de acordo com os seus desejos, ainda que estes sejam baseados num histórico.
São estas previsões, muito perto da adivinhação de bola de cristal, que desacreditam quem as divulga e, em última análise, desacreditam a própria ciência, de que estes indivíduos se pretendem divulgadores.